6 de dezembro de 2016

Acertando as contas

Final do ano chega e quero acertar as contas da vida.
Muitas contas atrasadas que me cobro como as amizades que deixei de acompanhar no ano pela urgência em sair da crise, em virar o jogo. A conta maior que a gente acerta é com a gente mesmo.

É o que a gente se exige, do que a gente se cobra, do que a gente se dói.
Sofremos pelo que deixamos pelo meio do caminho, pelas sofrências dos dias que se passaram.


Pelo que se foi e do que e de onde erramos feio e sem perdão. A questão é: adianta chorar, adianta sofrer pelas contas atrasadas da vida? O que importa é o para frente.


Não podemos alterar o que ficou para trás, não importa a dor e a irritação que isto nos traga. O passado é imutável e não entende lamentações, nem chororôs. Terei que, então, inevitavelmente mudar o futuro que ainda não chegou.

Olha agora para os lados e vejo frequentemente alguém sussurrar e lamentar.  Eu, sinceramente, também lamento. Mas sei que é melhor agir que chorar.


Se jogaram um tubarão no seu aquário, nade e nade firme. Não dá para ficar parado. Não estamos em tempo de procrastinação. Nem de estagnação, nem nada.

Confie que o mar - mesmo que agora não esteja para peixe - abrirá novos horizontes em breve. E esteja preparado para enxergar esses horizontes.

Abraçoszz e em frente marche....
Vera Lorenzo





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